AS CARAS DO FINCA – KILLER FOX

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Os conflitos étnicos, econômicos e territoriais que envolvem a reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, também trouxeram turbulência à concepção sonora da banda Killer Fox. Pedro Torres (bateria), Filipe Sales (guitarra e voz), Eli Marques (guitarra) e Paulo Raul (baixo) combinam os estilos post-grunge e punk para compor a identidade musical do grupo.

Killer Fox se apresenta pela primeira vez como banda no XVI FINCA para defender a canção concorrente Último Ato. A composição impulsiona a dedicação integral aos objetivos que se deseja alcançar.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? “Porque o festival é um evento democrático e não impõe estilos musicais como pré-requisito para participação das bandas. Estamos em um festival que permite a autenticidade”, diz Filipe Sales.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua pelos próximos dias 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Killer Fox se apresenta nesta quinta-feira (09/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – CRIMIDÉIA

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Caso pensamentos fora dos padrões preestabelecidos forem considerados transgressão, Silas (baixo), Leo Dacrime (voz), Pará (bateria) e Skova (guitarra) se dispõem a pagar pelo delito. Crimidéia reúne rock, rap, ragga e reggae para cantar e tocar o atrevimento, a autonomia e a independência da reflexão.

Desobediência Civil é a música com que Crimidéia concorre no XVI FINCA. A composição rompe paradigmas ao denunciar o emprego de dinheiro público na promoção da violência institucional contra o próprio povo brasileiro.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? Silas dos Santos afirma: “Porque temos ideias novas e músicas propositivas para instigar o pensamento. O festival é um mercado alternativo para os músicos conseguirem visibilidade fora de produtoras”.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua pelos próximos dias 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Crimidéia se apresenta nesta quinta-feira (09/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

 

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AS CARAS DO FINCA – LFDAT

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Luiz Fernando Torres escolheu a poesia e a música como armas para travar sua luta ideológica e social. Na cadência do rap periférico de embate, LFDAT se posiciona contra a marginalização e a segregação sociais. Criminalidade, bullying, capitalismo, drogas e contestação são os temas que o rapper aborda na defesa das causas da periferia.

Ao lado de Neemias MC, LFDAT sobe ao palco do XVI FINCA para apresentar a música concorrente Que venha outro dilúvio. Estaria o planeta mais perto de outra destruição ou da redenção em massa? A composição analisa o reflexo das escolhas individuais na vida dos demais seres humanos.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? “Não somos a cara do FINCA nem da UnB. Não nos identificamos com nenhuma outra banda concorrente no festival nem com o perfil geral dos estudantes da universidade. Somos a cara da periferia, do menos favorecido, do operário moderno mal remunerado, da menina expulsa de casa, do morador de rua, do filho da empregada”, desabafa Luiz Fernando.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua pelos próximos dias 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

LFDAT se apresenta nesta quinta-feira (09/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – IMPERADORES DO UNIVERSO

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Deuses sonoros de galáxias distantes aportam no palco do FINCA para convocar a humanidade à causa mais importante de todos os tempos: salvar a natureza. Descendentes diretos da linhagem de Johann Sebastian Bach, Imperadores do Universo executam sua música psicodélica como canal de convocação da raça humana à nobre missão ambiental. Gabriel Dias (baixo, guitarra e voz), Rodrigo Zolet (baixo, guitarra e voz), Clemente Dutervil (teclado, guitarra e voz) e Fernando Mello (bateria) são os césares dessa banda.

O passarinho ia passear é a canção concorrente no festival. A composição aclama atitudes concretas e o envolvimento direto de toda a sociedade pela proteção ao meio ambiente.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? O monarca Clemente Dutervil afirma: “Porque é uma honra para os brasilienses e para toda a humanidade presenciarem uma apresentação da Imperadores do Universo. A UnB tem muitos jovens inteligentes para entender nossa mensagem e se unir a nós na batalha contra a destruição dos tesouros naturais”.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua pelos próximos dias 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Imperadores do Universo se apresenta nesta quinta-feira (09/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – CAROL FERRAZ E AS CARAMBOLAS RELUZENTES

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A identidade tropical está estampada em cada detalhe que compõe o projeto artístico de Carol Ferraz e as Carambolas Reluzentes. Música, performance e devaneios se harmonizam na concepção de uma arte que se propõe a ser apetitosa e radiante. Uma pitada de breguice e de purpurina arrematam a sonoridade do grupo formado por Carol Ferraz (voz), Fernando Meira (guitarra), João Francisco (sax), Victor Gualda (bateria), Vinícius Corbucci (baixo) e Mariano Toniatti (congas).

Consolo de Tolo é a canção com que Carol Ferraz e as Carambolas Reluzentes concorrente no XVI FINCA. A composição mistura ritmos latinos, caribenhos, dançantes, safados e calientes para aclamar o bizarro prazer do sofrimento característico ao fim de relacionamentos amorosos.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? “Porque nossa construção artística e musical se deu dentro da UnB. Somos todos filhos da universidade e poucas iniciativas em Brasília fomentam a arte como o FINCA”, afirma Carol Ferraz.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua nos dias 8, 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Carol Ferraz e as Carambolas Reluzentes se apresenta nesta quarta-feira (08/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – PERDIDOS NA TESOURINHA

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Só não deu reviravoltas nas tesourinhas do Plano Piloto quem nunca dirigiu em Brasília. Acredite: confundir as pistas dos eixos acontece mesmo com os mais experientes. Mas agora seus próximos rodopios terão a trilha sonora da banda Perdidos na Tesourinha. Ítalo Veras (bateria), Germano (voz e guitarra), Le Padineca (baixo), Chokola (voz e percussão), Mike (voz e samples), Guilherme (trompete e guitarra) e Homar (voz e flauta) compõem as curvas sonoras dessa banda.

Direção ao Mar é a música concorrente no XVI FINCA. Perdidos na Tesourinha canta na canção o caminho certo para os brasilienses chegarem ao litoral. Combinando rock, reggae e um bom GPS, qualquer desnorteado vai curtir essa onda musical.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? Gabriel Germano afirma: “Porque até o nome da banda é muito a cara de Brasília. Somos um grupo jovem do cotidiano universitário. Já que não temos praia na cidade, viajamos na imaginação e nos divertimos fazendo nosso som como se o mar estivesse bem ali”.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua nos dias 8, 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Perdidos na Tesourinha se apresenta nesta quarta-feira (08/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – LUPA

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As noites da festa Lupercália, na Roma antiga, regadas a vinho e a sexo inspiram a identidade e o nome da banda Lupa. Múcio Botelho (voz e guitarra), André Pires (teclado), João Pires (bateria), Victor Fonteles (guitarra), Lucas Moya (baixo), Adriano Brandão (trompete) e Guilherme Zelenovsky (trompetes) encarnam em ritmo de rock’n’roll a sensualidade das paixões carnais.

O labirinto não tem fim é a música com que Lupa concorre no XVI FINCA. A composição segue a temática de euforia e libertinagem do prazer à flor da pele.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? O vocalista Múcio Botelho afirma: “Porque em uma época marcada pelo desamor na universidade, a Lupa traz uma mensagem de resgate das relações e das afinidades”.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua nos dias 8, 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Lupa se apresenta nesta quarta-feira (08/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – JACÓ MACACO

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Wandinho (voz), Rodiguin (guitarra), Ricardin (baixo), Baiano (percussão) e Varoal (bateria) começaram a história musical do grupo como Jack Gonzalez in the Space Monkeys. Depois, saiu o Jack Gonzalez e entrou o Jacó Gonzaga, mas os macacos continuaram no espaço. Até que, por praticidade e amadurecimento, os músicos se autoinstituíram como a banda Jacó Macaco. A combinação do gosto musical de cada integrante resulta na identidade sonora do grupo: música experimental.

No XVI FINCA Jacó Macaco defende a música concorrente Instintivamente Racional. A composição versa sobre desapego material e medo de perdas afetivas.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? O vocalista Wanderson Dias responde: “Porque na UnB estamos em casa. Saímos da aula e vamos tocar a nossa música. É na vivência entre sala de aula, mochila nas costas e instrumentos nas mãos que vamos construindo nossa vida acadêmica”.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua nos dias 8, 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Jacó Macaco se apresenta nesta quarta-feira (08/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – QUARTESSÊNCIA

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Guilherme Vieira (voz e violão), Vitor Lordello (guitarra e voz), Omar Filho (baixo) e Stefan Viggianno (bateria) conciliam personalidades e habilidades musicais distintas na Quartessência. Pop rock é o eixo sonoro do grupo.

O quarteto concorre no XVI FINCA com a canção Verdadeiras Riquezas. A composição é uma crítica aos relacionamentos superficiais e ao individualismo característicos da sociedade contemporânea.

E por que eles são AS CARAS DO FINCA? “Porque a UnB e o FINCA sempre proporcionaram visibilidade para trabalhos artísticos e são potenciais agregadores de músicas de qualidade. A Quartessência chega para resgatar a tradição de Brasília como expoente do rock nacional e o festival é importante plataforma para nosso trabalho”, afirma Guilherme Vieira.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua nos dias 8, 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Quartessência se apresenta nesta quarta-feira (08/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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AS CARAS DO FINCA – DANIEL CATOIRA

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Brasília como cenário de um romance, uma musa inspiradora e a habilidade com as palavras são os elementos que Daniel Catoira toca em cada acorde do violão. “Primeiro nasce a poesia, depois vem o ritmo e, por fim, essa combinação se torna música”, explica o compositor. A intimidade de Daniel com suas criações e com seu violão o traz sozinho ao palco do XVI FINCA. “É sozinho que consigo expressar melhor minhas composições e o que elas querem dizer. Não caberiam outros instrumentos neste contexto”, diz Daniel.

Capital do Amor é a música com que Daniel Catoira concorre no festival. Em ritmo de rap, a canção compara a delicadeza dos traços do arquiteto ao projetar Brasília à suavidade de uma mulher.

E por que ele é A CARA DO FINCA? “Porque tenho o sentimento brasiliense, homenageio a cidade nas minhas composições e este é o festival da música candanga. Por isso sou a cara do FINCA”, diz Daniel.

A etapa classificatória do XVI FINCA continua nos dias 8, 9 e 10 de outubro, sempre às 12h30, no Anfiteatro 9 do ICC Sul, campus Darcy Ribeiro.

Daniel Catoira se apresenta nesta quarta-feira (08/10) a partir das 12h30.

 

Por Angélica Peixoto (Produtora Cultural DEA/DAC/UnB).

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