Foto: Reprodução da Internet

Por João Paulo Cabral

A banda Turrón Presidencial participou do Finca duas vezes. Em 2007 e em 2009, quando concorreu com outras 24 bandas e foi campeã representando o CA de Letras. Na ocasião, a banda não contava com baixista ou baterista. Mesmo assim, Antônio de Luna e Marcos Rangel não se intimidaram com o desfalque e resolveram competir com as demais bandas de formação tradicional. Ao final do Festival a surpresa: a música Azul Baião tocada pela dupla de violonistas era eleita a melhor pelo juri oficial. Antônio de Luna, guitarrista, vocalista e violonista da banda, relembra como aconteceu a situação e aborda o cenário musical brasiliense atual.

Qual a memória vocês tem da vitória no Finca 2009?

Foi muito bacana, uma coisa inesperada. Estávamos competindo com bandas com os mais variados formatos, contra todas as possibilidades que eles tinham e conseguimos. O baixista e o baterista haviam saído por questões pessoais, para não deixar a banda morrer, decidimos concorrer ao Finca.  Foi uma coisa bonita e inesperada. Na final no Anfiteatro 9, as pessoas começaram a aplaudir no meio da música, todos cantando o refrão. O Finca premia a música que for melhor no momento, e nesse caso a gente teve sorte.

A vitória representou muito para vocês?

Tínhamos certo ranço por não termos conseguido chegar em primeiro lugar em 2007. Depois que ganhamos em 2009, passamos a encarar como uma prova que tinha de ser vencida. Natural para um ciclo de evolução da banda. Foi uma prova que a banda deveria superar, de mostrar para nós mesmos que independente do número de pessoas na banda, poderemos superar as limitações com boa vontade e boas músicas.

O que aconteceu depois do Finca?

Gravamos nosso primeiro EP, tocamos fora de Brasília, no Móveis Convida, Rola Pedra, 51º Aniversário de Brasília. Apareceram oportunidades.

Isso deu mais visibilidade à banda?

A visibilidade foi relativa. Existe certa cultura do público de chegar atrasado em shows, que procura chegar só pra ver os grandes nomes. Ta faltando curiosidade e valorização da cena local. Em Brasília há muita banda boa, o que ta faltando é o público acompanhar. Essa formula de associar grandes nomes com pequenos é uma forma de tornar a banda conhecida, mas se o público não assistir, dá no mesmo que não tocar.

Como é tocar ao lado de vencedores de outras edições do Festival?

É bacana tocar com outras bandas, é bacana ser lembrado, gostei da ideia, fica bonito no currículo.

CONHEÇA MAIS A BANDA! http://turronpresidencial.wordpress.com/

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