Vaga-Lumes no Vazio da Noite de Vênus se apresenta durante a final da categoria Candanga de 2012. Foto: Débora Passos.

Por João Paulo Cabral

A banda Vaga-Lumes no Vazio da Noite de Vênus participou do Finca em 2011 pela primeira vez. Ela concorreu aos prêmios da categoriaCandanga representando o CA de Pedagogia, ao lado de outras 44 bandas, e garantiu o primeiro lugar. Classificados para a disputar a categoria Nacional, que estreava no mesmo ano, o grupo surpreendeu e foi premiada a melhor entre outras duas bandas. Este ano, o guitarrista da banda, Rayri de Carvalho, foi convidado para integrar o juri técnico da edição de 2012 e pode ter outra visão do Festival. Nesta entrevista, ele aborda o Festival das duas perspectivas que teve e faz comparações entre as duas edições que ele participou.

Como foi entrar de calouro em um festival e levar os dois maiores prêmios dele?

O Finca foi o primeiro Festival de expressão que a banda participou, a ansiedade é normal. Prevíamos que iamos conseguir alguma coisa, estavamos confiantes. Só não esperavamos ganhar as duas categoria. Acho que foi sorte mesmo. Mas não estávamos preocupados, tocar na UnB é muito bom. Ganhar a primeira categoria Nacional que foi organizada representou muito para nós, isso vai ficar marcado na história do Festiva, não há nada melhor.

Quais oportunidades apareceram depois que vocês passaram pelo Festival?

O Finca nos proporcionou uma grande visibilidade, depois dele tocamos na Unb pela Paz, o Rola Pedra, o happy hour de Boas Vindas…

O que vocês fizeram com o dinheiro dos prêmios?

Investimos na compra de equipamento e montamos um estudio na casa do baterista. investiu na compra de equipamneto e no estúdio.

Qual a comparação você faz entre os dois anos que participou?

Este ano o Finca estava muito bem organizado e mais disputado. O Festival ofereceu uma quantia expressiva para as premiações, o que acabou por atrair muitos artistas. Esse ano as bandas foram mais comptetentes, tinha mais músico de verdade. Acho que o Finca está atraindo mais músicos de peso, está perdendo o caráter amador e se tornando mais profissional. Um exemplo é o Diego Azevedo que concorreu este ano e está no the Voice Brasil. A edição deste ano foi a melhor

Como se sente tocando ao lado de outros vencedores na edição comemorativa de 50 anos da UnB?

Para a gente é bom de mais, tocar é sempre bom. Ainda mais com os músicos da cena de Brasília que estão ai a muito tempo. É um prazer ter nosso nome ligado a essas pessoas, não só como nome de vencedora, mas marcada na história do evento, de uma etapa especial.

CONHEÇA MAIS A BANDA! http://tnb.art.br/rede/vagalumesnovaziodanoitedevenus

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